Há pessoas que eu não percebo. Várias e inúmeras pessoas cujas ambições e projectos de vida me ultrapassam completamente. Pessoas que têm fácil acesso aos meus nervos, que não aproveitam o que têm e passam o tempo a desejar o que não têm nem podem ter. Pessoas cuja visão limitada não as deixa ver o que existe ao seu redor, quanto mais abrir horizontes. Gente que ora quer, ora não quer, e acha que o mundo deve obedecer e, porque não, adivinhar o que lhes passa pela cabecinha. E isto são coisas que me irritam. Gente que quando fala certifica-se que o faz suficientemente alto para que não possa ouvir os outros, irrita-me. Bastante. E no fim de contas, o problema acaba por ser meu. As coisas não vão mudar só porque achamos que elas estão mal planeadas. A única coisa que melhora é o que vem contrabalançar. Há sempre o reverso da medalha. Quando se encontram as pessoas que fazem parte desse reverso, é a melhor sensação do mundo. Normalmente, e no meio da muita imbecilidade que circunda os dias de qualquer um, estranha-se já , quando subitamente, aparece alguém que se destaca no pano de fundo. São estas as pessoas que ajudam a perceber que há o que valha e o que não vale de todo a pena, e tendem a ser as que se mantêm connosco sempre; podem deixar de se ver, deixar de saber o que se passa na vida um do outro, mas nunca deixam de se conhecer, nunca deixam de ficar felizes pela felicidade do outro, nunca deixam de ter saudades. Há frases, expressões, sorrisos que nunca se esquecem. Independentemente do tempo, da distância, das voltas que a vida der, há momentos que ficam imortalizados; no fim, independentemente de toda a inutilidade humana com que tenhamos sido confrontados, são estes momentos que contam, e as pessoas que neles participaram que fizeram com que valesse a pena.quinta-feira, abril 22, 2010
Há pessoas que eu não percebo. Várias e inúmeras pessoas cujas ambições e projectos de vida me ultrapassam completamente. Pessoas que têm fácil acesso aos meus nervos, que não aproveitam o que têm e passam o tempo a desejar o que não têm nem podem ter. Pessoas cuja visão limitada não as deixa ver o que existe ao seu redor, quanto mais abrir horizontes. Gente que ora quer, ora não quer, e acha que o mundo deve obedecer e, porque não, adivinhar o que lhes passa pela cabecinha. E isto são coisas que me irritam. Gente que quando fala certifica-se que o faz suficientemente alto para que não possa ouvir os outros, irrita-me. Bastante. E no fim de contas, o problema acaba por ser meu. As coisas não vão mudar só porque achamos que elas estão mal planeadas. A única coisa que melhora é o que vem contrabalançar. Há sempre o reverso da medalha. Quando se encontram as pessoas que fazem parte desse reverso, é a melhor sensação do mundo. Normalmente, e no meio da muita imbecilidade que circunda os dias de qualquer um, estranha-se já , quando subitamente, aparece alguém que se destaca no pano de fundo. São estas as pessoas que ajudam a perceber que há o que valha e o que não vale de todo a pena, e tendem a ser as que se mantêm connosco sempre; podem deixar de se ver, deixar de saber o que se passa na vida um do outro, mas nunca deixam de se conhecer, nunca deixam de ficar felizes pela felicidade do outro, nunca deixam de ter saudades. Há frases, expressões, sorrisos que nunca se esquecem. Independentemente do tempo, da distância, das voltas que a vida der, há momentos que ficam imortalizados; no fim, independentemente de toda a inutilidade humana com que tenhamos sido confrontados, são estes momentos que contam, e as pessoas que neles participaram que fizeram com que valesse a pena.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1 comentário:
Concordo. ^^
Enviar um comentário